A Palavra de Deus

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DOPAS

DOAÇÃO, ORAÇÃO, POBREZA, ALEGRIA E SIMPLICIDADE

8 de dezembro de 2011

8 DE DEZEMBRO DIA SANTO DE GUARDA "IMACULADA CONCEIÇÃO"

Imaculada Conceição de Maria

O dogma da Imaculada Conceição de Maria é um dos dogmas mais queridos ao coração do povo cristão. Os dogmas da Igreja são as verdades que não mudam nunca, que fortalecem a fé que carregamos dentro de nós e que não renunciamos nunca. 
A convicção da pureza completa da Mãe de Deus, Maria, ou seja, esse dogma, foi definida em 1854, pelo papa Pio IX, através da bula "Ineffabilis Deus", mas antes disso a devoção popular à Imaculada Conceição de Maria já era extensa. A festa já existia no Oriente e na Itália meridional, então dominada pelos bizantinos, desde o século VII. 
A festa não existia, oficialmente, no calendário da Igreja. Os estudos e discussões teológicas avançaram através dos tempos sem um consenso positivo. Quem resolveu a questão foi um frade franciscano escocês e grande doutor em teologia chamado bem-aventurado João Duns Scoto, que morreu em 1308. Na linha de pensamento de são Francisco de Assis, ele defendeu a Conceição Imaculada de Maria como início do projeto central de Deus: o nascimento do seu Filho feito homem para a redenção da humanidade. 
Transcorrido mais um longo tempo, a festa acabou sendo incluída no calendário romano em 1476. Em 1570, foi confirmada e formalizada pelo papa Pio V, na publicação do novo ofício, e, finalmente, no século XVIII, o papa Clemente XI tornou-a obrigatória a toda a cristandade. 
Quatro anos mais tarde, as aparições de Lourdes foram as prodigiosas confirmações dessa verdade, do dogma. De fato, Maria proclamou-se, explicitamente, com a prova de incontáveis milagres: "Eu sou a Imaculada Conceição". 
Deus quis preparar ao seu Filho uma digna habitação. No seu projeto de redenção da humanidade, manteve a Mãe de Deus, cheia de graça, ainda no ventre materno. Assim, toda a obra veio da gratuidade de Deus miseriordioso. Foi Deus que concedeu a ela o mérito de participar do seu projeto. Permitiu que nascesse de pais pecadores, mas, por preservação divina, permanecesse incontaminada. 
Maria, então, foi concebida sem a mancha do orgulho e do desamor, que é o pecado original. Em vista disso, a Imaculada Conceição foi a primeira a receber a plenitude da bênção de Deus, por mérito do seu Filho, e que se manifestou na morte e na Ressurreição de Cristo, para redenção da humanidade que crê e segue seus ensinamentos. 
Hoje, não comemoramos a memória de um santo, mas a solenidade mais elevada, maior e mais preciosa da Igreja: a Imaculada Conceição da Santíssima Virgem Maria, a rainha de todos os santos, a Mãe de Deus.
Paulinas - Santo do dia

3 de dezembro de 2011

EVANGELHO DO DIA (Sábado)

Ano B - Dia: 03/12/2011

Missionários do Reino
Mt 9,35-10,1.6-8
Jesus andava visitando todas as cidades e povoados. Ele ensinava nas sinagogas, anunciava a boa notícia sobre o Reino e curava todo tipo de enfermidades e doenças graves das pessoas. Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor. Então disse aos discípulos: 
- A colheita é grande mesmo, mas os trabalhadores são poucos. Peçam ao dono da plantação que mande mais trabalhadores para fazerem a colheita. 
Jesus chamou os seus doze discípulos e lhes deu autoridade para expulsar espíritos maus e curar todas as enfermidades e doenças graves. 
6Pelo contrário, procurem as ovelhas perdidas do povo de Israel. Vão e anunciem isto: "O Reino do Céu está perto." Curem os leprosos e outros doentes, ressuscitem os mortos e expulsem os demônios. Vocês receberam sem pagar; portanto, dêem sem cobrar. 

Leitura Orante 
Em união com todos que se encontram neste ambiente virtual, iniciamos nossa Leitura Orante do Advento, com a Canção do Advento. 

Ó vem, Senhor, não tardes mais! 
Vem saciar nossa sede de Paz! 

1. Ó vem, como chega a brisa do vento, 
Trazendo aos pobres justiça e bom tempo! 

2. Ó vem, como a chuva no chão 
Trazendo fartura de vida e de pão! 

3. Ó vem, como chega a luz que faltou 
Só tua palavra nos salva Senhor! 

4. Ó vem, como chega a carta querida 
Bendito carteiro do Reino da Vida! 

5. Ó vem, como chega o filho esperado 
Caminha conosco Jesus Bem amado! 

6. Ó vem, como chega o Libertador 
Das mãos do inimigo nos salva Senhor 
Veja a melodia desta canção em: http://leituraorantedapalavra.blogspot.com/ 
1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia? 
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 9,35-10.1.6-8, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. 
O grande missionário do Pai, Jesus cumpre sua missão "visitando todas as cidades e povoados", ensinando nas sinagogas, anunciando o Reino e curando de todas as enfermidades. A multidão a que atendia era muito grande e ele sentiu necessidade de mais missionários. Primeiro, diz ao povo que deve pedir ao "dono da messe" mais operários. Deve orar. Depois, ele faz o chamado aos doze discípulos. Não diz o evangelista que Jesus lhes deu títulos, um uniforme, roupas especiais, nem certificados de teologia, carteirinhas ou documentos de identificação, salários. mas deu-lhes "autoridade" para anunciar e curar todas as enfermidades. 
2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? 
Fala de vocação, de chamado a colaborar com a construção do Reino. Em Aparecida, os bispos assim refletiram: " 
"O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência cotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei...), mas para Alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para "que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar" (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de "ser d'Ele" e fazer parte "dos seus" e participar de sua missão. O discípulo experimenta que a vinculação íntima com Jesus no grupo dos seus é participação da Vida saída das entranhas do Pai, é se formar para assumir seu estilo de vida e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas." (DAp 131). 
Sinto-me parte do grupo de Jesus? Como participo de sua missão? Meu estilo de vida e minhas motivações são as mesmas de Jesus Cristo? 
3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus? 
Faço minha oração pessoal e depois, ofereço o meu trabalho do dia:
Oferecimento do trabalho 
Jesus Mestre, 
eu vos ofereço o meu trabalho 
com as mesmas intenções com que pregastes o Evangelho. 
Seja tudo, só e sempre, para a glória de Deus e a paz dos homens 
Jesus Verdade, que todas as pessoas vos conheçam! 
Jesus Caminho, que as pessoas sigam vossas pegadas! 
Jesus Vida, que todos vivam em vós! 
Jesus Mestre, inspirai-me com a vossa sabedoria 
para que eu possa transmitir palavras de salvação. 
Que meus pensamentos se inspirem no Evangelho, e se tornem fontes de vossa luz 
a iluminar as pessoas, nossos irmãos. 
São Paulo, guiai-me! 
Maria, Mãe e Rainha dos Apóstolos, que destes ao mundo o Verbo encarnado 
abençoai esta minha missão. Amém. 
(Bv. Alberione) 
4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Jesus Mestre, colocando-me na sua equipe de evangelização. 
Bênção natalina 
(bem-aventurado Alberione) 
Jesus Menino coloque sobre tua cabeça 
a sua mãozinha e derrame sobre ti 
a sua luz, conforto e alegria. 
Amém! 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 
Irmã Patrícia Silva, fsp

EVANGELHO DO DIA (Domingo)

Ano B - Dia: 04/12/2011

João batizava e pregava a conversão
Mc 1,1-8
Início do Evangelho de Jesus Cristo, Filho de Deus. Está escrito no profeta Isaías: "Eis que envio à tua frente o meu mensageiro, e ele preparará teu caminho. Grita uma voz: 'No deserto abri caminho do Senhor, endireitai as veredas para ele'". Assim veio João, batizando no deserto e pregando um batismo de conversão, para o perdão dos pecados. A Judéia inteira e todos os habitantes de Jerusalém saíam ao seu encontro, e eram batizados no rio Jordão, confessando os seus pecados. João se vestia de pêlos de camelo, usava um cinto de couro à cintura e alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Ele proclamava: "Depois de mim vem aquele que é mais forte do que eu. Eu nem sou digno de, abaixando-me, desatar a correia de suas sandálias. Eu vos batizei com água. Ele vos batizará com o Espírito Santo". 

Leitura Orante 
2º Domingo do Advento 
Em união com todos os que se encontram neste ambiente virtual, iniciamos nossa Leitura Orante do Advento, com a Canção do Advento 
Ó vem, Senhor, não tardes mais! Vem saciar nossa sede de Paz! 
1. Ó vem, como chega a brisa do vento, 
Trazendo aos pobres justiça e bom tempo! 

2. Ó vem, como a chuva no chão 
Trazendo fartura de vida e de pão! 

3. Ó vem, como chega a luz que faltou 
Só tua palavra nos salva Senhor! 

4. Ó vem, como chega a carta querida 
Bendito carteiro do Reino da Vida! 

5. Ó vem, como chega o filho esperado 
Caminha conosco Jesus Bem amado! 

6. Ó vem, como chega o Libertador 
Das mãos do inimigo nos salva Senhor 
(Veja a melodia desta canção no blog http://leituraorantedapalavra.blogspot.com) 
1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia? 
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mc 1,1-8 
A introdução "inicio do Evangelho de Jesus Cristo" é a chave de leitura de todo o Evangelho de Marcos todo centrado na pessoa de Jesus. Faz referência, como a um fundamento: a profecia de Isaías. A boa notícia anunciada pelos Profetas, agora é expressa na "voz que grita". É João que chegou batizando com água do Jordão e recebendo a confissão dos pecados a Judéia inteira. O Evangelho apresenta a figura austera de João que vestia um traje de pele de camelo e cinto de couro. Alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre. Sua pregação é forte. Não anuncia a si mesmo."Depois de mim vem aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desatar a correia das sandálias dele". João Batista é o profeta, o mensageiro, um porta-voz de Deus. 
2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? Qual palavra mais me toca o coração? 
Todos nós somos convocados a ser como João Batista: testemunhas, discípulos e missionários de Jesus Cristo. Em Aparecida, os bispos falaram da fé e do nosso Batismo: "Ao receber a fé e o batismo, os cristãos acolhem a ação do Espírito Santo que leva a confessar a Jesus como Filho de Deus e a chamar Deus "Abba". Como todos os batizados e batizadas da América Latina e do Caribe "através do sacerdócio comum do Povo de Deus", somos chamados a viver e a transmitir a comunhão com a Trindade, pois "a evangelização é um chamado à participação da comunhão trinitária"(DAp 157). 
Como vivo meu Batismo? Sinto-me profeta, mensageiro, porta-voz de Deus? 
3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus? 
Rezo com o bem-aventurado Alberione, acendemos a 2ª vela da Coroa do Advento, rezando ou cantando: 
Coroa do Advento 
(Veja a melodia desta canção no blog http://leituraorantedapalavra.blogspot.com) 
1° Domingo 
Uma vela, na coroa, acendemos, 
Toda sombra se esvai com sua luz; 
Vigilantes, o Senhor esperemos: 
Chegou o tempo do Advento de Jesus ! 

Refrão: 
Meus irmãos, penitência e oração ! 
Arrumemos nossa casa co'alegria ! 
Logo a ela, o Senhor vai chegar, 
Pelo ventre imaculado de Maria ! 

2º Domingo: 
Outra vela, na coroa, acendemos, 
Penitentes nos caminhos do Senhor. 
Consolando os aflitos, busquemos. 
Novos céus e nova terra, com ardor! 
4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 
Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Como João Batista, quero ser testemunha daquele de quem "não sou digno de desatar as correias das sandálias". 
Bênção 
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém. 
Ir. Patrícia Silva, fsp

POR UM NATAL PARA TODOS

Cante agora, 
hinos, os mais belos corais
diversos ou ser solidário. 
Em catedrais ou viadutos 
iluminados com pequenas lâmpadas 
ou fogueiras de natal. 
Vejo por todos os lados 
vitrines, enfeites, cartões e presentes... 
Mas meu coração aguarda,
preparado em novena, 
Aquele que vem. 
Eis que vem a alegria, 
para o meio dos seus protegidos, 
acolhida pelos vencidos 
no seio das marginais, 
onde correm crianças e carrinhos de papelão. 
Verde vermelho 
não coloram este Natal! 
Palha e cipó, em mãos kaigangs, 
também traçam presépios, 
árvores, estrelas e sonhos
em tons de encarnação. 
A paz e a justiça gritam sua ausência, 
onde o Emanuel já foi anunciado, 
acolhido e festejado em um natal. 
Farta seja a ceia de todos, todos os dias. 
Pois, o banquete do amor 
já foi servido. 
Abundante e solidariedade,
onde faltam o pão, o lúdico, a palavra, o olhar. 
Prósperas sejam as lutas 
pela igualdade e pelo respeito a toda forma de vida. 
E que a celebração do nascimento 
Daquele que trouxe vida e libertação a todos, 
na sua modéstia e humildade, 
volte a ser o Natal! 
Rosa Ramalho

TIRA DE NÓS A VAIDADE

Ouve-nos e converte-nos de verdade, Senhor. 
Tira de nós a vaidade de acharmos que somos os melhores, que entendemos melhor do que os outros, que sabemos mais Bíblia dos que os outros, e que te encontramos e te servimos com mais lealdade. 
Estamos lembrados da advertência de Filho, quando estiveste neste mundo anunciando o reino. Disseste que deveríamos buscar este reino em primeiro lugar; que os pequeninos conheceriam o teu segredo e que ladrões prostitutas talvez entrassem no teu céu antes de nós, por terem cumprido a primeira exigência do reino: o verdadeiro arrependimento que sempre vem seguido da humildade de não nos acharmos mais do que os outros. 
Dá-nos, pois, a humildade de quem sabe o suficiente para crer, mas que sabe que não sabe o suficiente para se proclamar mais santo, mais fiel e mais eleito. Ainda nos lembramos da história do fariseu que se gabava de fazer tudo certo e do publicano que admitia que precisava de conversão e de misericórdia. 
Faz de nós igrejas humildes que, enquanto afirmam suas convicções, respeitam as dos outros. Uma coisa é discordar e não querer repetir determinados erros e outra, diminuir quem errou. 
Concede-nos a sabedoria de nunca parar de estudar e aprofundar o que já aprendemos e de não proclamar como absolutamente certo o que não é absolutamente certo, nem dizer que nos disseste o que na verdade não disseste. Acabaríamos dando o nosso recado e para ter mais autoridade e usando teu nome de maneira mentirosa. 
Dá-nos humildade de continuar aprendizes da Palavra e, se possível, de estarmos juntos, mesmo com eventuais discordâncias. Que acentuemos e valorizemos o que nos une e respeitemos e dialoguemos a respeito do que ainda nos separa. Isso jamais acontecerá se um não deixar o outro falar. 
Ensina-nos a ser povo de Deus unido na caridade, ainda que não consigamos ser um em todos os aspectos da nossa vida. Nas imensas diferenças do mundo que nos cerca concede-nos a graça da unidade, na caridade e na justiça. Amém. 
Pe. Zezinho, scj

MUDAR É PRECISO

A palavra “mudança” faz parte do calendário do tempo do Advento. Mudar do pior para o melhor, das práticas de morte para aquelas de vida. Este é o sentido verdadeiro do Natal, para o qual estamos caminhando, revigorando forças no perdão de Deus.
O itinerário leva em conta uma vida melhor, que depende de humildade, de testemunho pessoal como grandeza evangélica e de reconhecimento da bondade do Senhor da vida. Jesus nasce no Natal fazendo-se carne para resgatar a humanidade da morte.
Deus não quer a perdição de ninguém, mas diz que “mudar é preciso”. Não quer que estejamos mergulhados no mal. Por isso, o Natal pode transformar-se em tempo de salvação, de enraizamento na vida de Deus e de felicidade verdadeira.
A maior mudança é confirmada com o encorajamento e a renovação da confiança no amor de Deus. Isso ocasiona compromisso sério com o bem e a vida digna. É muito mais do que um Natal apenas de muitas festividades.
O Advento é um tempo de bênção para quem o vivencia. Ele pode nos encaminhar para novos horizontes, ajudar-nos a superar grandes barreiras e dificuldades, porque o Senhor vem ao encontro das pessoas, como o pastor que vai em busca das ovelhas.
Nascendo em Belém de Judá, Jesus resgata vidas ameaçadas e cuida das pessoas enfraquecidas e indefesas, porque Sua vida significa vida do povo. A libertação é para todos, é um Natal sem fronteiras, não só como momento histórico, mas como vida nova.
O nascimento de Jesus dá início a uma nova criação, a um coração e espírito novos e a presença do motivador da paz. Isso exige que celebremos o Natal de forma coerente com a fé cristã. No Menino do Natal a vida toma sentido na história humana. 
Celebrar festas natalinas supõe fidelidade aos princípios da fé cristã e da confiança nos planos de Deus. Ele não quer a perdição de ninguém, mas mudança, chegando ao conhecimento da verdade, que é Ele mesmo. Isso supõe viver na santidade e justiça em busca do bem de todos.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto