A Palavra de Deus

A Palavra de Deus

DOPAS

DOAÇÃO, ORAÇÃO, POBREZA, ALEGRIA E SIMPLICIDADE

13 de fevereiro de 2013

QUARESMA, TEMPO DA GRAÇA DE DEUS

Chegamos à Quaresma: o tempo da graça, a hora da salvação. Para Deus não há casos perdidos. Não há situações sem solução. Para Deus não tem "sucata" e muito menos "lata de lixo". 

Tenha certeza de que a Quaresma é o tempo da oportunidade e da chance para todos. Basta acolher a hora da graça. E a hora da graça é agora. Mais uma vez, Dom Alberto preparou o Retiro Popular da Quaresma. Neste ano de 2013, ele é apresentado num belíssimo livro com o título: ''A quem iremos, Senhor?'' Estou recomendando-o especialmente a você. Ele será, para todos nós, um excelente ''livro de receita'', porque o Arcebispo de Belém (PA) nos apresenta propostas muito concretas para fazermos este caminho e acolher a hora da graça do Senhor para nossa vida. 

Bom caminho! Vamos juntos, do jeito de Maria!

Deus o abençoe!

Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

O BEM SEM OSTENTAÇÃO

Ano C - Dia: 13/02/2013 - Segunda Feira
O bem sem ostentação
Mt 6,1-6.16-18
"Cuidado! Não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados. De outra forma, não recebereis recompensa do vosso Pai que está nos céus. Por isso, quando deres esmola, não mandes tocar a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos outros. Em verdade vos digo: já receberam sua recompensa. Tu, porém, quando deres esmola, não saiba tua mão esquerda o que faz a direita, de modo que tua esmola fique escondida. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa. Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de orar nas sinagogas e nas esquinas das praças, em posição de serem vistos pelos outros. Em verdade vos digo: já receberam a sua recompensa. Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora ao teu Pai que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa. Quando jejuardes, não fiqueis de rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para figurar aos outros que estão jejuando. Em verdade vos digo: já receberam sua recompensa. Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, para que os outros não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está no escondido. E o teu Pai, que vê no escondido, te dará a recompensa." 

Leitura Orante 
Preparo-me para a Leitura, rezando 
Creio, meu Deus, que estou diante de Ti. 
Que me vês e escutas as minhas orações. 
Tu és tão grande e tão santo: eu te adoro. 
Tu me deste tudo: eu te agradeço. 
1. Leitura (Verdade) O que diz o texto do dia? 
Leio atentamente o texto: Mt 6,1-6.16-18, e observo as comparações que Jesus faz. 
Jesus deixa entrever em várias expressões deste texto, a necessidade de discrição. A falta de discrição pode deturpar a piedade. Mostrar-se religioso, piedoso só para ser visto e louvado pelas pessoas, é valorizar a aparência, é voltar-se para si mesmo, é hipocrisia. 
Queria dizer que a verdadeira piedade tem em vista apenas o voltar-se e o encontro com o Pai. 
2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje? Qual palavra mais me toca o coração? 
Quando rezo, em quem penso mais? Em mim mesmo? Ou busco unicamente a Deus? 
Fico observando as outras pessoas? Busco aparentar que sou uma pessoa piedosa? 
3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus? 
Rezo com toda Igreja a Oração da Campanha da Fraternidade 2013 
Pai santo, vosso Filho Jesus, 
conduzido pelo Espírito 
e obediente à vossa vontade, 
aceitou a cruz como prova de amor à humanidade. 
Convertei-nos e, nos desafios deste mundo, 
tornai-nos missionários 
a serviço da juventude. 
Para anunciar o Evangelho como projeto de vida, 
enviai-nos, Senhor; 
para ser presença geradora de fraternidade, 
enviai-nos, Senhor; 
para ser profetas em tempo de mudança, 
enviai-nos, Senhor; 
para promover a sociedade da não violência, 
enviai-nos, Senhor; 
para salvar a quem perdeu a esperança, 
enviai-nos, Senhor; 
para... 
4.Contemplação (Vida e Missão) Qual meu novo olhar a partir da Palavra? 
Os bispos, na Conferência de Aparecida reconheceram e eu concordo com eles: 
"A pessoa sempre procura a verdade de seu ser, visto que é esta verdade que ilumina a realidade de tal modo que possa se desenvolver nela com liberdade e alegria, com gozo e esperança." (DA, 42). 
Bênção 
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém. 
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém. 
- Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém. 
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Irmã Patricia Silva, fsp

EU NÃO DOU CONTA


Vida cristã é muito mais que prazer. Experiência de Deus é você não mais saber quem você é, mas recordar quem é Jesus em você. Há tantos de nós intoxicados pela vida, pela palavra do outro. Quantas vezes você não fez a experiência de chegar a um lugar e adoecer?

A grande artimanha do diabo é minar nossa saúde espiritual, colocar desânimo na nossa vida de oração. Há pessoas que se amarguram por não ter dado conta da vida inteira, mas não fizeram sua parte no milagre.

Se nós tivéssemos a possibilidade de analisar nosso espírito hoje, ainda veríamos que permanecemos tão secos e paralisados nos nossos medos. Quer dar força ao inimigo? Tenha medo. O seu medo o faz entregar-se a ele. Muitas vezes, o mar da vida nos torna vítimas. Quantas pessoas são vítimas daqueles que estão ao lado delas! Coração que não faz a experiência de se mergulhar no Espírito Santo sempre será vítima do inimigo. "Eu não dou conta". Para essa frase não precisa de esforço; e cada vez que dizemos isso, perdemos o movimento das águas e a chance de atravessar o mar. Tornamo-nos vítimas, porque perdemos a chance de dizer: "eu não aceito". Tenha a coragem de dizer: "Esse mar não mais irá me afogar".

O que faz um homem ser de fé é a resposta que dá diante da insegurança - isso é Cristianismo. Não é uma postura angelical, é uma forma de se tornar guerreiro, soldado. Coragem! Vitória é o que Deus quer celebrar na nossa vida por meio da fé.

Quando você tiver a coragem de colocar o pé na água, você já poderá sorrir, porque seu inimigo tem os "pés de barro" e, nas águas do Espírito Santo, ele irá se afogar. A única forma de você vencer o mal é colocar os pés onde ele não pode estar. 
Padre Fábio de Melo

O SEGREDO DA ALEGRIA


A alegria é algo essencial na vida humana. Conscientes ou não, o que mais buscamos em nossos dias, desde o nascer ao por do sol, é a alegria de viver. Mas, de maneira especial, na vida cristã a alegria é fundamental, pois seja o que for que dissermos sobre Deus, se não estivermos alegres, os nossos pensamentos e palavras não poderão produzir os frutos que desejamos. Daí, nasce a pergunta: mas como encontrar a alegria em meio a tantos desencontros neste mundo? Jesus veio revelar-nos o amor de Deus para que a nossa alegria seja a d'Ele e, assim, seja completa. E a maior alegria consiste em saber que somos amados incondicionalmente e que nada neste mundo, nem mesmo a doença, o fracasso, o término de um relacionamento ou até mesmo a morte, podem nos privar deste amor, portanto, desta alegria. 

Naturalmente, somos levados a julgar que, quando estamos abatidos, não podemos viver a alegria; mas numa pessoa que tem a vida centrada em Deus, a tristeza e a alegria podem conviver. No nascimento de uma criança, por exemplo, a tristeza, a dor e a alegria parecem fazer parte do mesmo acontecimento. O desafio é identificar a alegria e saber optar por ela em meio, muitas vezes, às lágrimas. 

O escritor Henri J. M. Nouwen, no seu livro “Mosaicos do presente”, faz uma definição interessante entre a alegria e o contentamento. Segundo ele, podemos nos sentir pouco contentes em relação a muitas coisas, mas, mesmo assim, a alegria lá está, porque provém desta certeza do amor de Deus por nós. Para o autor, acolher esta verdade e dar-lhe espaço em nossos dias é uma escolha diária. Uma escolha baseada na experiência do amor apaixonado de Deus por nós, no qual encontramos refúgio e segurança e do qual nada nos pode separar.

Já está mais do que provado que dinheiro e sucesso não fazem as pessoas alegres. Certamente, conhecemos muitas pessoas ricas, com sucesso em seus negócios, mas vivem também com ansiedade, medo e bastante melancolia. Em contraste, conhecemos muitos outros que são bem pobres materialmente, mas riem com muita facilidade e com frequência transmitem alegria onde quer que estejam. Recordo-me agora de uma casal de parentes meus que é assim. 

Materialmente falando, são bem pobres, mas todos nós da família fazemos questão de ir, muitas vezes, à casa deles, mesmo enfrentando todos os obstáculos da estrada e dos transportes que nos levam até lá. Moram em uma casinha modesta, num pé de serra bem distante da cidade; têm 3 filhos, alguns animais e um pedaço de terra de onde provém, pela força do trabalho e das bênçãos de Deus, o sustento da família. Quando chegamos à casa, quase sempre passamos direto para a cozinha e é lá que começam a nossas festas mais animadas. 

Em uma mesa larga, rodeada de bancos pesados de madeira crua, oferecem-nos o que têm de melhor em casa. O sabor genuíno dos produtos da terra se mistura aos sinais de delicadeza e acolhimento daquela gente simples que parece não ter conhecimento da maldade. Enquanto nos alimentamos em família, entre uma prosa e outra surgem rapidamente os primeiros risos que são sempre seguidos de outros; em pouco tempo, mesmo ao longe, pode-se ouvir grandes gargalhadas.

Estes meus parentes têm o dom da alegria e nos contagiam. Com suas simples histórias e interpretações dos fatos, arrancam até dos rostos mais “cizudos” o sorriso que estava escondido pelas preocupações da cidade grande. Sem perceber, o tempo passa e o dia termina. Voltamos para casa mais leves, mas felizes sem nem nos perguntarmos o porquê; porém, já com a promessa de voltarmos à visita assim que possível. Isso acontece já há mais de trinta anos. 

Não tenho dúvidas de que Deus está ali, naquela casa, em meio àqueles risos e gargalhadas. A alegria e o riso são dons que brotam do fato de confiar em Deus; assim sendo, saber que não vale a pena preocupar-se tanto com o amanhã, já que ele pertence ao Criador. Não há razão para romantizar a pobreza e esta não é minha intensão; aliás, conheço-a de perto e sei bem o quanto ela é penosa, mas quando vejo os receios e ansiedades dos que têm muitos bens, consigo compreender ainda mais as palavras de Jesus quando diz: “Felizes os pobres de espírito, pois deles é o Reino de Deus”. É certo, no entanto, que o problema maior não é ter sucesso e dinheiro, mas sim não ter tempo disponível para o encontro com Deus no presente e perceber Seu amor que se manifesta na simplicidade dos fatos no aqui e agora.

Quando acreditarmos, verdadeiramente, que hoje é o dia do Senhor e que o amanhã está cuidadosamente guardado no seu coração, podemos descobrir o segredo da alegria, reencontrar a calma e sorrir de novo para aquele que sorrir também para nós. Podemos estender nossa mão e ajudar muitos a reencontrar o verdadeiro sentido da vida. Podemos, mesmo em meio às lutas diárias, exclamar com voz forte e convicta:“Senhor, Tu és a minha esperança, Tu és a fonte da minha alegria!”
Dijanira Silva

O MAL DA PREGUIÇA


Amanhã é o dia em que os preguiçosos trabalham, os perversos reformam suas vidas e os pecadores se arrependem.” (Edward Young)

Um mau trabalhador é um mau cristão; um mau trabalhador é também um marido e pai que deixa a desejar. Por causa da preguiça a necessidade pode bater à porta dos casais.

Após o pecado ter entrado na nossa história, Deus impôs ao homem “a lei severa e redentora do trabalho”, como disse o Papa Paulo VI.

“Comerás o teu pão com o suor do teu rosto, até que voltes à terra de que foste tirado” (Gn 3,19).

Isso faz parte da vida do casal e da família. Se o casal não levar a sério o trabalho, dentro e fora de casa, a vida conjugal não irá bem. Além de faltar o necessário para a família, ainda o mau hábito poderá se instalar em casa, pois, como sabemos, “mente vazia é oficina do diabo”. 

Muitas discussões acontecem no lar, porque algo que deveria ser feito é deixado para depois, por preguiça, e acaba não sendo feito. Alguém disse que “as tarefas adiadas com alegria são depois feitas com lágrimas.”

Todo trabalho é uma continuação da atividade criadora que Deus incumbiu o casal humano de cumprir. A glória do homem consiste em concluir o que o Senhor propositadamente apenas começou. Ele entregou este mundo nas mãos do primeiro casal para que eles o construissem com o trabalho. 

Deus derrama Sua graça sobre aquele que trabalha com diligência, e o trabalho é a sentinela da virtude. Já o preguiçoso trabalha dobrado. Se com humildade oferecemos ao Altíssimo o nosso trabalho, este adquire um valor eterno. Assim, o temporal se transforma em eterno. 

A preguiça joga por terra toda essa riqueza. Querer viver sem trabalhar é como desejar a própria maldição nesta vida. São Paulo disse aos tessalonicenses: “Procurai viver com serenidade, trabalhando com vossas mãos, como vo-lo temos recomendado. É assim que vivereis honrosamente em presença dos de fora e não sereis pesados a ninguém”(1 Ts 4,11-12). 

O Talmud dos judeus diz: “Não ensinar o filho a trabalhar é como ensiná-lo a roubar”. Trabalhando, como homem, Jesus tornou sagrado o trabalho humano e fonte de santificação. 

Por isso, o lema de vida de São Bento de Nurcia, nos mosteiros, era: “Ora et Labora!” (Reza e Trabalha!). Um operário displicente é um mau cristão. Da mesma forma, um professor cristão e relapso é um contra testemunho cristão. 

O pecado da omissão é fruto da preguiça. 

É por preguiça que os pais, muitas vezes, não educam bem os filhos. É por preguiça de algumas mulheres que o trabalho doméstico é, às vezes, malfeito, prejudicando os seus filhos, o esposo e a alegria do lar. É por preguiça de muitos maridos que a casa fica com as lâmpadas queimadas, o chuveiro estragado, a torneira vazando e a esposa reclamando. É por preguiça que o trabalhador faz o seu serviço de maneira desleixada, prejudicando os outros que dependem dele. 

Há um provérbio chinês que afirma: “Não é a erva daninha que mata a planta, mas a preguiça do agricultor”. 

Como é triste ver a mulher se queixar do marido que não arruma o que está estragado em casa! Como é triste ver o marido reclamar da esposa que não cuida direito do lar, das crianças, da roupa… 

O trabalho é uma grande terapia que Deus nos deu depois do pecado entrar no mundo. O Senhor determinou que o homem ganhasse o pão de cada dia “com o suor do seu rosto”; não como castigo, mas como correção. 

Qualquer que seja o trabalho, sendo honesto, ele é belo aos olhos de Deus, porque com ele você está “cooperando com Ele na obra da criação”.
Felipe Aquino

O SENTIDO CRISTÃO DO SEXO


Antes de tudo, o casal cristão precisa conhecer bem o sentido do sexo no plano de Deus. Ele o quis. De todas as alternativas possíveis que o Senhor poderia ter empregado para gerar e manter a espécie humana, Ele escolheu a relação física e espiritual do amor conjugal. Deus quis que o casal humano fosse o arquétipo da humanidade e que sua geração fosse por meio da via sexual.

Além disso, por meio deste ato, Ele quis aprofundar o amor do casal. Então, a conclusão a que se chega é que Deus não só inventou o sexo, mas o dotou de profunda dignidade e sentido, por isso colocou normas para ser vivido de maneira correta, para que não causasse desajustamento e sofrimento. O Senhor quis que o ser humano fosse material e espiritual, algo como uma síntese bela do animal que apenas tem corpo com o anjo que apenas é espírito. E, dotando-o de corpo, quis que o homem fosse sexuado como os animais; porém, a sua vida sexual deveria ser guiada não pelo instinto, mas pela alma, e iluminada pela inteligência, embelezada pela liberdade, conduzida pela vontade e vivida no amor.

A vida sexual é algo muito sublime no plano de Deus; por isso jamais um casal deve pensar que o Senhor esteja longe no momento de sua união mais íntima; pois este ato é santo, santificador no casamento e querido por Ele. O amor conjugal tem um sentido único.

O amor entre dois seres do mesmo sexo, como pai e filho ou dois amigos não contém a complementação no plano físico. O uso do sexo, no seu devido lugar, ou seja, no casamento, bem entendido nos seus aspectos espirituais e psicológicos, é um dos atos mais nobres e significativos que o ser humano pode realizar; pois ele é a fonte da vida e da celebração do amor. A virtude da castidade, mais do que consistir na renúncia ao sexo, significa o seu uso adequado.

Diz o Dr. Alphone H. Clemens, Diretor do Centro de Aconselhamento da Universidade Católica da América, Washington, D.C., que o ato sexual “é um ato de grande beleza e profunda significação espiritual, pois o amor conjugal entre dois cristãos, em estado de graça, é uma fusão de dois corpos que são templos da Trindade, e uma fusão de duas almas. Por outro lado, usado com propriedade, torna-se fonte de união, harmonia, paz e justamento.

Intensifica o amor entre o esposo e a esposa, funciona como escudo contra a infidelidade e a incontinência. A personalidade humana integral, mesmo nos seus aspectos sobrenaturais, é enriquecida pelo sexo, uma vez que o ato do amor conjugal também é merecedor de graças.” (Clemens, 1969, p. 175)

Afirma Raoul de Gutchenere em “Judgment on Birth Control”: “Foi reconhecido, há já bastante tempo, que as relações sexuais produzem efeitos psicológicos profundos, especialmente sobre a mulher, uma vez que o esperma absorvido por seu corpo desempenha um papel dinamogênico, promovendo o equilíbrio. De modo geral, o ato de amor conjugal provoca o relaxamento, o vigor, a autoconfiança, a satisfação e a sensação geral de bem-estar, de segurança e uma disposição que conduz ao esquecimento de atritos e tensões de menor importância entre o casal.” (Apud Clemens, p. 177) 

Não é à toa que São Paulo, há 2 mil anos, já recomendava aos cônjuges cristãos: “não vos recuseis um ao outro, a fim de que satanás não vos tente”. (1Cor 7,5)
Felipe Aquino