A Palavra de Deus

A Palavra de Deus

DOPAS

DOAÇÃO, ORAÇÃO, POBREZA, ALEGRIA E SIMPLICIDADE

7 de junho de 2011

SABEDORIA AO SEU ALCANCE

Tenha a certeza de que Deus poderia ter feito muito mais se em vez de ficarmos buscando nossos projetos, guiados por nossas empolgações, tivéssemos paciência e humildade para escutar Sua voz em nossa consciência.
Se você começar a perguntar, Deus vai lhe dar a sabedoria.
Deus o abençoe!
Monsenhor Jonas Abib
Fundador da Comunidade Canção Nova

RITMO DA VIDA MODERNA GERA DOENÇAS SOCIAIS.

Regiane Calixto / Canção Nova

A psicóloga Elaine Ribeiro explica que o atual modelo produtivo de trabalho afetou diretamente a saúde da populaçãoStress, depressão, solidão, assédio moral no trabalho, ansiedade generalizada, fobias sociais são doenças que se tornaram comum na vida moderna. Mas por que elas acontecem?
Segundo a psicóloga Elaine Ribeiro tais patologias tem sido estudadas e o que se constatou é que o modo do trabalho e as alterações na economia, ou seja, tudo aquilo que está ligado a uma condição ou estilo de vida, imprimiam um ritmo e uma exigência profissional que entrava em choque com o homem causando assim problemas psicossomáticos. 
Essas doenças psicossomáticas chegam a gerar sofrimento físico como a gastrite, pressão alta, doenças cardiovasculares, obesidade, processos alérgicos e doenças de pele.
“O processo de adoecimento que tem origem na rotina ou modo de vida da população foi alterado drasticamente nas últimas décadas”, salienta a psicóloga. 
O modelo produtivo do trabalho afetou diretamente a saúde da população. Como explica a especialista, as cobranças de eficácia, sucesso, superação, supervalorização do trabalho, velocidade nas informações, impõem ao homem uma necessidade constante de renovação e transformação, que quando não acompanhadas geram tais patologias. 
O progresso da sociedade de alguma forma encobriu o que acontecia com a sociedade, avançando patologias que hoje são mais manifestas e expressivas. 
“Na década de 80, estudos sistematizados começaram a ser feitos e tais constatações ficaram mais evidentes. Há uma grande contradição a partir destas constatações, pois muitas vezes, os problemas que originam os quadros que citei, são originados de comportamentos sociais ou das condições de vida, especialmente nas grandes cidades, e estão diretamente ligados à qualidade de vida que a população não desfruta”, esclarece Elaine.
A psicóloga explica que, em geral, quando alguém procura um médico apresentando sintomas ligados a essas patologias sociais, estes estão relacionados a uma vida exigente, cansativa e com poucas atividades de lazer.
“Percebemos que as respostas fisiológicas tratadas com medicamento, muitas vezes não reagem positivamente, ou reagem apenas na presença do medicamento. Tratamos os sintomas, mas não as causas sociais que geram este adoecimento”, conta. Capitalismo e individualismo A sociedade global, explica a socióloga Vera Araújo, docente da Instituto Sophia na Itália, perdeu suas referências, no sistema capitalista global. Neste sistema a satisfação pessoal, o culto ao próprio eu, está acima da busca pelo bem comum. Na compra de um produto, por exemplo, a maioria das pessoas não se preocupa com o procedimento de fabricação e suas causa ambientais e sociais, apenas se preocupa com a satisfação pessoal no ter.
"Na cultura da globalização se sublinha a identidade pessoal, ou seja o ator deve cuidar de si, não dos outros, ele deve ser egoísta se quer vencer, e isso não cria laços, pelo contrário, a globalização leva a instituição de relacionamentos virtuais em vez de relacionamentos pessoais, explica a Vera.
Para a estudiosa, a maior patologia trazida pela globalização é o egoísmo, o que significa uma pessoa pensar que pode crescer e amadurecer sem os outros. "O egoismo é uma auto destruição. Isso é um suicídio, primeiramente moral, espiritual e depois pode se tornar um suicídio até físico", salienta.
“O ritmo da modernização, as exigências capitalistas, dentre tantos outros motivos, incluindo este apego ao individualismo e as sociedades que valorizam o que a pessoa produz, contribuem significativamente para estas patologias e também para um sentimento de 'tenho valor por aquilo que sou capaz de produzir', complementa a psicóloga.
A elevação no nível de exigência nas organizações, a competitividade e outros aspectos educacionais, que nem sempre são acompanhados pelo ensino, por exemplo, trazem um dos primeiros descompassos entre desenvolvimento econômico e social e as lacunas no desenvolvimento e na preparação das pessoas para esta realidade, explica ainda a psicóloga. 
“Se antes a sociedade era mais solidária (trocava-se arroz por galinha, frutas por verduras e não necessariamente o trabalho estava ligado a necessidade de ter muito dinheiro, mas com pouco se fazia muitas coisas), hoje ela se baseia em valores muito mais individuais, promovendo vazios existenciais e também o individualismo”, destaca Elaine. 
Para a socióloga Vera Araújo, a pior patologia da sociedade moderna é o egoísmo, e todas as outras são conseguências dele”.Solidão global. Para a socióloga, a globalização não contribuiu para a formação de comunidades, ao contrário, fez surgir patologias sociais como a solidão global. “A globalização não uniu as pessoas e os povos, apenas os colocou em comunicação, não os colocou numa possibilidade de se doar e enriquecer uns aos outros”, salienta Vera.
Numa sociedade que vive processos produtivos e competitividade extrema, é possível perceber, segundo a psicóloga, que o isolamento natural das pessoas se dá pelo medo da violência, falta de confiança, facilidade de estabelecer vínculos virtuais. 
“Muitas pessoas passam então a viver num mundo teoricamente mais seguro, preferindo estar em sua casa e relacionar-se com pessoas de qualquer parte do mundo, mas muitas vezes com medo do contato pessoal, da rejeição que possa sofrer e até mesmo, usufruindo da facilidade que a tecnologia oferece”, esclarece a psicóloga.
É possível fazer muitas coisas pelo computador: comprar, vender, pagar contas, escolher um carro, etc. Então, como destaca a psicóloga, muitos pensam: “Por que me arriscar?” 
“As situações, muitas vezes são instantâneas, não geram vínculo e laço afetivo, ou alimentam fantasias que fazem com que as pessoas se sintam cada vez mais solitárias. Eu não me abro a novas possibilidades, não me relaciono pois não quero abrir mão daquilo que faço, sou e acredito, e com isto também não permito conviver com as diferenças”, elucida Elaine.
A sociedade precisa de amor verdadeiro. 
Para a socióloga, a mudança deste tipo de pensamento baseado no individualismo pode e deve começar em todas as estruturas da sociedade: na família, na escola, e até mesmo nas empresas, nos ambientes de trabalho e na política. É preciso construir uma cultura do amor. Aquele amor que nasce no coração das pessoas, amor genuíno que dá sem esperar nada em troca.
“Como salienta o Papa Bento XVI em sua Encíclica Caritas in Veritate, a lógica do dom da gratuidade só é entendida no Evangelho”, destaca a socióloga. A força propulsora para o desenvolvimento da humanidade, enfatiza Vera, é a capacidade de amar verdadeiramente ao exemplo de Cristo.
Nicole Melhado
Da Redação

AS CARTAS QUE NÃO FORAM LIDAS.



Estes dias, li uma parábola que dizia o seguinte: "Uma família sofria grandes dificuldades econômicas e escreveu a parentes ricos da América do Norte lhes pedindo ajuda. Pouco tempo depois essa família recebe um pacote destes parentes. Abriram-no com grande ansiedade e euforia, pois ali estava a grande chance de melhora, porém, não encontraram nada de importante, apenas algumas coisas de pouco valor material. Zangados, jogaram a embalagem no depósito, achando que os parentes ricos, além de não os ajudarem financeiramente, também queriam divertir-se à custa de sua aflição. Na limpeza geral, que eles costumavam fazer antes da Páscoa, tudo iria para o fogo, no entanto, ao rasgar o papelão interno do pacote, o filho mais novo da família descobriu um fundo duplo, no qual havia uma carta muito atenciosa e no mesmo envelope cem mil dólares".
Quantas vezes, diante dos sofrimentos temos a mesma atitude dessa família. Na ansiedade de ver resolvido nosso problema, muitas vezes, acabamos vendo o acontecimento apenas superficialmente e jogamos no "depósito de entulhos" a riqueza que tal situação quer nos proporcionar. Tenho aprendido que, em muitas situações de sofrimento permitidas por Deus, há uma carta de amor com uma fortuna de ensinamentos escondida em algum lugar. O desafio é a acharmos e tomarmos posse do que ela nos traz.
Dessa forma, damos ao nosso sofrimento o valor que ele merece e o reconhecemos como uma graça que nos torna espiritualmente fecundos e ricos interiormente. Os fatos me fazem acreditar que somente as virtudes provadas nas tempestades da vida são capazes de atingir um grau heroico e se tornarem seguramente posse da alma.
Talvez ao longo de nossa vida já tenhamos recebido muitas "cartas" que ainda não foram lidas, as quais estão ainda nas embalagens que chegaram, entulhadas nas lembranças de nossa história.
Que tal voltarmos hoje ao "depósito de entulhos" e procurarmos ler as cartas que não foram lidas!?... Com certeza, nelas existem grandes e inumeráveis declarações do Amor de Deus e fortunas de ensinamentos nos aguardando.
Dijanira Silva - Apresentadora da Rádio CN FM 103.7

2 de junho de 2011

EVANGELHO DO DIA



A tristeza se transformará em alegria

Jo 16,16-20
"Um pouco de tempo, e não mais me vereis; e mais um pouco, e me vereis de novo". Alguns dos seus discípulos comentavam: "Que significa isto que ele está dizendo: 'Um pouco de tempo e não mais me vereis, e mais um pouco, e me vereis de novo' e 'Eu vou para junto do Pai'?" Diziam ainda: "O que é esse 'pouco'? Não entendemos o que ele quer dizer". Jesus entendeu que eles queriam fazer perguntas; então falou: "Estais discutindo porque eu disse: 'Um pouco de tempo, e não me vereis, e mais um pouco, e me vereis de novo'? Em verdade, em verdade, vos digo: chorareis e lamentareis, mas o mundo se alegrará. Ficareis tristes, mas a vossa tristeza se transformará em alegria. 

Leitura Orante 
Preparo-me para a Leitura Orante, recordando-me das palavras dos bispos em Aparecida: 
"O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). (DAp 131). 
Rezo, acolhendo a Palavra: "A vossa Palavra, Senhor, é sinal de interesse por nós". 
1. Leitura (Verdade)
O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Jo 16,16-20, e observo as recomendações de Jesus. 
Jesus faz referência a uma outra missão do Espírito Santo: transformar nossa tristeza em alegria, a dor em festa. O Mestre fala de ausência, mas também de retorno, de morte e ressurreição. A Ressurreição de Jesus Cristo demonstra que a vida é mais forte do que a morte. É a presença do Espírito que traz ânimo, força e alegria para quem crê no Projeto de Deus. 
2. Meditação (Caminho) O que o texto diz para mim, hoje?
Como enfrento os momentos de provação: de dor, tristeza, solidão? Lembro-me de que, no Projeto de Deus, tudo isto vai ser transformado em alegria, desde que eu tenha fé e acredite na ação de Deus em minha vida? 
Os bispos afirmaram, em Aparecida: "Quando cresce no cristão a consciência de se pertencer a Cristo, em razão da gratuidade e alegria que produz, cresce também o ímpeto de comunicar a todos o dom desse encontro. A missão não se limita a um programa ou projeto, mas em compartilhar a experiência do acontecimento do encontro com Cristo, testemunha-lo e anuncia-lo de pessoa a pessoa, de comunidade a comunidade e da Igreja a todos os confins do mundo (cf. At 1,8). (DAp 145). 
3.Oração (Vida) O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, à Santíssima Trindade: 
Trindade Santíssima - Pai, Filho, Espírito Santo - 
presente e agindo na Igreja e na profundidade do meu ser. 
Eu vos adoro, amo e agradeço. 
E pelas mãos da Virgem Maria, minha Mãe Santíssima, 
eu me ofereço, entrego e consagro inteiramente a vós,
Pai Celeste, a vós me ofereço, entrego e consagro como filho(a). 
Jesus Mestre, a vós me ofereço, entrego e consagro, 
como irmão(a) e discípulo(a). 
Espírito Santo, a vós me ofereço, entrego e consagro, 
como "templo vivo" para ser santificado. 
Maria, Mãe da Igreja e minha Mãe, 
vós que estais na mais íntima união com a Santíssima Trindade, 
ensinai-me a viver em comunhão com as três divinas Pessoas, 
a fim de que a minha vida inteira seja um hino de 
glória ao Pai, ao Filho e ao Espírito Santo. Amém. 
(Bv. Alberione) 
4. Contemplação (Vida e Missão)
Meu novo olhar será consequência do meu "assumir o estilo de vida de Jesus" e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas. (DAp 131). 
Bênção
- Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
- Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
-Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
- Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.
Ir. Patrícia Silva, fsp

COMUNICAR A PRESENÇA DE DEUS



O relacionamento humano acontece num processo de comunicação

Celebramos o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais, com o tema "Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital". Dia que coincide com a Festa da Ascensão do Senhor, como fato que solidifica a comunicação de Deus com o Seu povo, criando possibilidade do humano se tornar divino.
Na Ascensão o Senhor Jesus volta para a casa do Pai, de onde saiu, confirmando e abrindo caminho para todo aquele que procura vivenciar a autenticidade da vida de fé e de testemunho da verdade. Esse fato acontece dentro de uma dimensão de comunicação e de relação consciente com Deus, na vivência comunitária.
O relacionamento humano acontece num processo de comunicação, seja no "calor humano", seja intermediado pelos meios da tecnologia, pelas ondas midiáticas, destacando hoje a admirável força da internet, podendo aproximar ou também distanciar as pessoas no seu relacionamento e convivência.
Os cristãos se esforçam para comunicar a presença de Deus no meio das pessoas. Foi o que fizeram os apóstolos do Senhor com o instrumental que tinham. O mesmo ocorre nos novos tempos com recursos de alta qualidade. A tecnologia é a grande aliada do anúncio da Palavra de Deus, qualificando as formas de comunicar. A mídia faz com que a comunicação transcenda os limites do próprio comunicador. É o milagre da vida que passa pelo avanço tecnológico, revelando perfeitamente o mistério de Deus e o mistério da criatura humana na capacidade de comunicação. Esta é a dinâmica com o Criador tornando possível o existir por força de Sua Palavra.
Neste dia dos meios de comunicação social damos destaque para a imprensa, o rádio, a televisão e a internet. Podemos até dizer que, para o cristão tornar-se testemunha da fé, no contexto de hoje, ele deve estar presente nesses meios, fazendo com que ali haja o espírito de vivência cristã. 
A mídia, para ser autêntica, não pode ser marcada tão fortemente pelo sensacionalismo, provocadora de consumismo e maliciosa em favor da opressão e da injustiça. É fundamental ter em conta o "senhorio" de Cristo, que vence o mal com a vida.
Dom Paulo Mendes Peixoto
Bispo de São José do Rio Preto

A DISPOSIÇÃO PARA RECEBER OS DONS DO ESPÍRITO



Se não o escutamos, não saberemos o que Ele deseja de nós

O que podemos e devemos fazer para que o Espírito de Deus venha a nós e nos satisfaça com Seus dons? Quais devem ser nossas atividades e disposições interiores para atrair e receber ao Espírito Santo?

1- Uma primeira disposição: Deveríamos despertar ainda mais em nossos corações o desejo pelo Espírito Santo e Seus dons. É o mesmo desejo que tinham os apóstolos e a Santíssima Virgem quando estavam reunidos no cenáculo esperando o Espírito Santo prometido. É a súplica é: Vem, Espírito Santo! Esperamos-Te com ânsias, porque somos tão débeis, porque necessitamos Teu poder transformador.
Deveríamos despertar profundos afetos de ânsias para que Ele tome em Suas mãos nossa educação, nossa transformação em autênticos filhos de Deus, em homens simples com alma de criança. Por isso, temos que chegar a ser homens e mulheres que anelam pelo Espírito de Deus.
2- Uma segunda disposição: Devemos esforçar-nos mais para estar em silêncio, para estar sós e tranquilos interiormente. Trata-se de um isolamento e uma solidão repleta de Deus. As forças da alma devem estar concentradas não em nós, mas em Deus. Somente assim poderemos escutar o que o Espírito Santo nos sopra. Se ao nosso redor e, sobretudo, se em nosso interior, existe tanto ruído, tantas vozes alheias, tanto espírito mundano, então não poderemos escutá-Lo. E se não O escutamos, tampouco saberemos o que Ele deseja de nós e nos sugere. E assim nunca vamos perceber Sua presença em nossa alma nem vamos acreditar em Sua atuação e influência em nossa vida.
3- Outra disposição é a oração humilde. Diz o Padre: “Parece-me que chegou o momento em que iremos juntar as mãos e orar. Necessitamos muito mais de oração que de exercícios. Certamente, isso não quer dizer que devamos deixar de praticar o amor filial. Mas sabendo que só possuímos as velas e que é o Espírito Santo quem deve insuflá-las, nos sentimos em dependência total diante de Deus. Devemos cultivar, então, o heroísmo da oração humilde”. Havemos de ser mestres da oração e da humildade.
4- Uma última disposição que atrai o Espírito Santo é o espírito mariano. Sabemos que a Virgem Maria, no Dia de Pentecostes, encontrou-se no meio dos apóstolos. E não duvidamos que, sobretudo, por sua poderosa súplica maternal o Espírito Divino veio sobre cada um deles. E assim também nós devemos unir-nos a ela na espera do Espírito Santo de Deus. 
Haveremos escutado alguma vez as palavras de São Luís Maria Grignion de Montfort, que o padre-fundador repetia tantas vezes: O Espírito Santo quisera encontrar nas almas a Santíssima Virgem, quisera encontrar atitude e espírito marianos, quisera encontrar um amor profundo a ela. E quando Ele descobre numa alma a Maria, então não há alternativa que penetrar nesta alma com seus dons e realizar milagres de transformação.
E a causa disso? Como na Encarnação o Espírito Santo e a Virgem Santíssima colaboraram para que nascesse Jesus, assim o Espírito de Deus quer também hoje em dia cooperar com Maria, para que Cristo, o Filho do Pai, nasça e viva em cada alma. Por isso, não é casualidade que o Padre nos convida a ampliar nossa Aliança de Amor celebrando essa mesma Aliança também com o Espírito Santo. Então, Ele nos dará Seus dons, o dom da sabedoria, para que todos possamos conquistar o espírito filial.
Padre Nicolás Schwizer - Shoenstatt mov.apostólico